sábado, 8 de outubro de 2016

Longe de Manaus, Francisco José Viegas

"Só quem sabe brincar com Deus pode ter uma grande fé." (p. 324)
Esta foi a minha 4ª incursão no universo do detective Jaime Ramos, após as leituras de Um Crime na Exposição, A Poeira que Cai e Um Crime Capital. Este é um caso atípico na galeria de personagens nacionais, pois já protagonizou 8 aventuras e tem honras de marketing com direito a página própria na internet (http://jaimeramos.booktailors.com/).
Este é um policial também atípico. Porquê? Se tem todos os elementos usuais de uma narrativa do género? SPOILER ALERT: Porque o(s) crime(s) não são todos perentoriamente resolvidos. Há uma forte suspeita, impossível de comprovar. Ainda assim, há uma história, várias histórias (à partida anónimas) que nunca se conheceria, não fosse a insistência do nosso detective de serviço. Histórias de amores e desamores, como convém, de ódios de longa data, de poder do qual não se abdica e de várias vidas marginais, das quais apenas se conhece assento de nascimento e de morte.

Editora: Círculo de Leitores | Local: Lisboa | Edição/Ano: Dez 2006 | Impressão: Grafiasa, SA | Págs.: 344 | Capa: João Rocha | ISBN: 978-972-42-3883-8 | DL: 247558/06 | Localização: BLX PF 82P-312.4/VIE (80157512)

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