segunda-feira, 24 de julho de 2017

Caixa de Sapatos, Carpinejar

“escrevo para ser reescrito.
Depois de morto, tudo pode ser lido.” (p.60)
Por vezes, muitas das vezes, perco a noção de como chego a determinado livro: uma recomendação, uma citação, um programa, uma qualquer listagem… são várias as formas de chegar, embora considere mais importante a partida. Como agora parto é o que resta aferir, pois, embora não sinta um deslumbre por esta escrita, certamente me identifiquei com ela. Sinto que muitas das frases apresentadas poderiam, a seu tempo, ser escritas por mim.
“Condiciono os meus amores a uma expectativa.
Mas é exactamente ela que me impede de ser real.” (p. 43)

Editora: Edições Quasi | Local: V. N. Famalicão | Colecção: Biblioteca “Arranjos para assobios” | Edição/Ano: 1ª, Fev. 2005 | Impressão: Papelmunde | Págs.: 74 | ISBN: 989-552-071-9 | DL: 222010/04 | Localização: BLX Gal DL 081951 (80119157)

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