segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Competências: o que são

Ao realinhar um antigo projecto para uma nova utilização, volto ao tema das competências. Recordo que as mesmas se podem agrupar de diversas formas, consoante o autor e a teoria. Mas como não sou de fixar autores e procuro fazer sínteses pessoais de modo a melhor interiorizar o que aprendo, resolvi elaborar uma espécie de síntese, partir da qual retiro algumas conclusões.
As competências correspondem a atitudes, comportamentos e conhecimentos cuja utilização associamos sobretudo à nossa vida profissional. No entanto, estas são apenas uma parte, significativa é certo, da sua utilização diária. Ora vejamos:
  • Às atitudes correspondem as nossas competências pessoais. Ou seja, o modo como agimos no mundo, a partir das nossas características. São: Autoconfiança; adaptabilidade; determinação; iniciativa/empreendorismo; resiliência; Auto-motivação; Criatividade; Responsabilidade.
  • Já os comportamentos reflectem-se no modo como agirmos em relação ao outro. Ou seja, são as competências sociais ou interpessoais. Tais como: Comunicação; empatia; trabalho em equipa; pontualidade; organização; Simpatia; Assertividade; Observação e análise; Apresentação; pontualidade.
  • Por últimos, temos os conhecimentos que são competências profissionais ou técnicas. Ou seja, que muitas vezes só fazem sentido em determinado contexto profissional, como: Domínio de Ferramentas informáticas; gestão de projectos; condução de maquinaria & equipamentos; domínio de línguas estrangeiras. Mas entre estas incluem-se igualmente o saber trabalhar. Ou seja, o cunho pessoal que imprimimos no nosso contexto profissional, como: a liderança, a resolução de problemas, a gestão de recursos e prioridades, visão estratégica, orientação para resultados.

Estas não são todas as competências existentes e algumas são transversais a todas as áreas da nossa vida. Outras nem tanto. Nem sempre queremos ser no nosso lar aquilo que somos no nosso local de trabalho. Mas o mais importante é que estas competências não necessariamente inatas e não as determos hoje não significa que não as adquiramos no futuro. O seu desenvolvimento pode não ser fácil e por vezes até doloroso, mas é possível, se assim o quisermos. Temos é de querer, insistir e persistir. 

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